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feito para você que quer ser mamãe, mas 

por algum motivo ainda não conseguiu. Aqui, 

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esperança e trocando experiência. Algumas de nós já

conseguiram realizar este sonho.

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olá meninas voltei!!!bjus



 Escrito por vivian diniz às 18h45
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Pois é meninas, diante dessa lástima que estamos vivendo com relação a esse "médico" que esta sendo acusado de vários estupros e outras barbaridades sempre tem algo que não sai de minha mente e eu levo mesmo a sério.

"Ouça sempre a opinião de outras pessoas, analise-as e tire suas conclusões baseados nos relatos de pessoas que estão passando pela mesma situação."

Bem, com relação a essa conduto eu sempre a tive, e tenho muito orgulho disso. Sempre ouvi relatos de mulheres que foram em Roger Abd..., falando coisas abomináveis. Como posso ir em um médico que fez isso com alguém?a Essa pessoa me relatou isso tenho que escutá-la.

Uma vez aconteceu comigo, fui em médico na cidade do RJ e fui maltratada, voltei indignada e como de custume fui compartilhar em um grupo de discussão que participava assiduamente. Infelizmente tive inúmeras retaliações, teve pessoas que me escutaram e teve pessoas que assim como eu resolveu falar também. Me chamaram de tudo quanto é coisa, em especial uma moça que não sei porque desconfiava do que eu tinha vivido.

Por mais que alguém fale bem do profissional, se alguém tem algo efetivo que possa desencadear alguma dúvida de sua parte, não ignore esta informação. Seja cautelosa, prudente, pois não estamos falando de ums TV nem um sofá que você vai ali e compra, estamos falando de um sonho de ser mãe, algo inigualável, onde merecemos mais que respeito, merecemos ser paparicadas, sermos amadas sentir que naquele momento ali o que importa é aquele propósito que tanto buscamos.

Nesse momento de busca e angústia precisamos muito de apoio dos médicos.



 Escrito por Rê às 03h30
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Pode ser que você tenha isso...

Doença comum, mas raramente diagnosticada, causa infertilidade

Hiperplasia supra-renal congênita (HSC) não clássica é de fácil tratamento.
É comum que a enfermidade seja confundida com puberdade precoce.

Do 'New York Times'

Durante mais de quatro anos, Joann Citrone, de Nova Jersey, passou por todas as possibilidades de tratamentos caros contra a infertilidade. Mas só dois anos depois de adotar o segundo filho que ela finalmente recebeu o diagnóstico correto. Ela sofria de uma condição comum capaz de levar à infertilidade e a uma variedade de complicados sintomas – embora seja facilmente tratável quando diagnosticada corretamente.

 A doença se chama hiperplasia supra-renal congênita não clássica, ou HSC – uma deficiência hormonal que causa a produção excessiva de andrógenos. Em mulheres, pode interferir na ovulação; em homens, pode causar baixa contagem de esperma. Além disso, a condição pode causar baixa estatura, odores corporais, acne, menstruação irregular e crescimento capilar excessivo, chamado de hirsutismo. Joann, hoje com 38 anos, experimentou também alguns desses sintomas.

As classes de pessoas que precisam ser avaliadas são crianças com sinais precoces de desenvolvimento sexual, meninas jovens com pelos faciais e corporais em excesso, qualquer pessoa com acne que não responda a tratamentos comuns, aquelas com ciclos menstruais severamente irregulares e pessoas com problemas de fertilidade"

“O tratamento é simples e barato”, diz Maria New, professora de pediatria e genética humana na Escola de Medicina Monte Sinai. O diagnóstico é baseado em um exame de sangue para níveis excessivos de um hormônio chamado 17-hidroxiprogesterona – há também um exame genético. O tratamento envolve pequenas doses do esteróide dexametasona. Ele pode reverter muitos dos sintomas em períodos que variam de três meses a dois anos e meio.

 O HSC é a mais comum entre as doenças recessivas autossômicas, nas quais uma criança herda duas cópias de um gene recessivo dos pais – uma classe que inclui a anemia falciforme, a doença de Tay-Sachs e a fibrose cística.

 Nem todos que apresentam a doença desenvolvem sintomas ou precisam de tratamento. E nem todos os centros de fertilidade realizam testes para a doença – ou só fazem o teste depois de tentar outros tratamentos. Alguns obstetras desconhecem a doença e seus efeitos na fertilidade, afirma Zev Rosenwaks, diretor do Centro de Medicina Reprodutiva do Hospital Presbiteriano-Weill Cornell de Nova York.

 “Acho que a HSC passa despercebida com bastante frequência”, diz Jamie Grifo, diretor de endocrinologia reprodutiva na Universidade de Nova York. “Não acho que á algo muito comum, mas é mais comum do que as pessoas pensam.”

Para Joann, por exemplo, disseram inicialmente que ela tinha os níveis de testosterona altos. “Enquanto crescia, nunca me senti como menina ou mulher”, conta .“Tive diagnósticos errados por 15 anos.”

 Finalmente, após receber o diagnóstico correto, ela foi tratada com dexametasona. Hoje tem ciclos regulares e muitos de seus outros sintomas diminuíram. Ela também foi informada de que provavelmente poderá ter filhos. “Eu me sentia muito nervosa e enganada”, conta Joann. “Mas a médica que me diagnosticou corretamente salvou minha vida.” 

Crescimento ósseo enganoso

 Terri, que pediu que seu sobrenome não fosse divulgado para proteger sua privacidade, percebeu que sua filha de seis anos tinha pelos loiros nas axilas. Numa consulta realizada aos sete anos, o pediatra também percebeu ralos pelos pubianos e, embora suspeitasse de puberdade precoce, acabou enviando a menina a um endocrinologista.

 Após meses, ela recebeu um diagnóstico de HSC não clássico. Os médicos ficaram relutantes em usar esteróides, preocupados com seus efeitos no longo prazo, porém, um ano e meio depois, seus ossos começaram a crescer rápido demais e outros sintomas preocupantes começaram a aparecer: maior crescimento capilar, cabelos muito oleosos e forte odor corporal. Então, ela recebeu pequenas doses de esteróides.

 A característica de crescimento ósseo da HSC em crianças não dura muito tempo, e elas podem acabar com uma estatura anormalmente baixa. “Essas crianças são as mais altas de suas classes”, diz Maria New, “mas elas param de crescer aos 7 ou 8 anos de idade”.

 Para combater isso, algumas crianças recebem hormônios chamados glicocorticóides; outras recebem hormônios de crescimento, ou remédios para atrasar o início da puberdade. Todavia, esse tratamento é considerado experimental, segundo Phyllis Speiser, chefe de endocrinologia pediátrica do Hospital Infantil Schneider, em New Hyde Park, Nova York.

 Desperdícios

 Muitos adolescentes com acne severa ou hirsutismo, especialmente aqueles que não apresentaram os sintomas iniciais da doença, recebem diagnósticos errados. Eles podem usar remédios ou submeter-se caros tratamentos de remoção de pelos antes de fazer um exame de HSC ou serem encaminhados a um endocrinologista. “O diagnóstico deve preceder o tratamento”, ensina Phyllis.

 “As classes de pessoas que precisam ser avaliadas”, explica, “são crianças com sinais precoces de desenvolvimento sexual, meninas jovens com pelos faciais e corporais em excesso, qualquer pessoa com acne que não responda a tratamentos comuns, aquelas com ciclos menstruais severamente irregulares e pessoas com problemas de fertilidade”. 

Confusão no diagnóstico

 Ciclos menstruais irregulares, acne e hirsutismo podem imitar os sintomas de uma doença mais conhecida, a síndrome do ovário policístico.

 Em pacientes mais jovens, a doença é frequentemente confundida com a puberdade. “Muitos relatórios apontam que a idade inicial da puberdade está diminuindo, então muitos médicos descartam os sintomas (de HSC)”, diz Suzanne Levy, diretora-executiva da Cares Foundation, uma organização de pesquisa e apoio para pessoas com HSC.



 Escrito por Rê às 06h33
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Talvez, uma luz no fim do túnel...

O presidente Luis Inácio Lula da Silva sancionou a Lei N.º11.935, publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (12), originária do Projeto de Lei 1967/2003, que tramitou durante cinco anos no Congresso Nacional, de autoria do deputado federal Geraldo Resende (PMDB-MS), que também é médico ginecologista-obstetra. A nova lei obriga os planos de saúde privados a cobrirem os gastos com procedimentos médicos conceptivos e contraceptivos.

Com isso, a partir de agora, mulheres, homens e casais terão acesso, nos planos de saúde privados, aos métodos para o planejamento familiar no contexto da assistência integral à saúde, tanto para a fertilização assistida (métodos conceptivos), quanto para os métodos contraceptivos (como laqueaduras e vasectomias).

"A nova lei possibilita o atendimento a casais que não tinham acesso aos métodos de concepção e contracepção, mesmo pagando altas mensalidades para os planos de saúde", salienta Geraldo Resende. "Nos casos de reprodução assistida, existem hospitais que oferecem esse atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde), mas há sempre longas filas de espera, pois até então eram procurados por pessoas que pagam planos de saúde e não tinham essa cobertura".

De acordo com Geraldo Resende, as pessoas que não queriam enfrentar a fila do SUS muitas vezes tinham que se desfazer de seu patrimônio, já que um pacote de tratamento, incluindo várias tentativas de fertilização, chega a custar US$ 20 mil.

Luta

A luta de Geraldo Resende em favor do planejamento é uma das primeiras bandeiras que levantou, tão logo foi eleito para o primeiro mandato de vereador, em 1992. Naquela época, além das inúmeras cobranças feitas da tribuna, ele mobilizou a sociedade num abaixo-assinado que teve mais de 10 mil assinaturas, pedindo a instituição do programa na rede pública municipal em Dourados.

Naquele momento, a maioria dos vereadores votou contra, mas posteriormente o Governo Federal adotou um programa semelhante. "Isso demonstrou que estávamos no caminho certo", avalia Geraldo Resende, que posteriormente, como secretário estadual de Saúde, cargo que ocupou entre outubro de 2000 e abril de 2002, deu total incentivo ao Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher, instituído pelo Ministério da Saúde, que entre outras ações, propõe o planejamento familiar.

Ao instituir um conjunto de ações que denominou "Rede Saúde", na secretaria estadual de Saúde, Geraldo Resende implantou, em Dourados, o primeiro Hospital da Mulher do Estado e priorizou a implantação de Centros de Referência à Saúde da Mulher, com a proposta centralizar, em uma unidade, as diversas ações e programas voltados para o atendimento à saúde da mulher na infância, adolescência ou velhice.

A Lei N.º 11.935, sancionada pelo presidente Lula altera o art. 35-C da Lei N.º 9.656, de 3 de junho de 1998, que dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde. A novo texto tem a seguinte redação: "Art. 35-C. É obrigatória a cobertura do atendimento nos casos: I - de emergência, como tal definidos os que implicarem risco imediato de vida ou de lesões irreparáveis para o paciente, caracterizado em declaração do médico assistente; II - de urgência, assim entendidos os resultantes de acidentes pessoais ou de complicações no processo gestacional; III - de planejamento familiar".

Fonte: Portal MS



 Escrito por Rê às 06h53
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Dieta dos espermatozóides
Carolina Pascoal
Publicado em: 10/02/2009
Pesquisadores holandeses descobriram que a combinação de ácido fólico ou folato com zinco eleva a produção das células sexuais masculinas. O estudo durou 26 semanas, e os 103 homens considerados inférteis receberam doses complementares das duas substâncias e no fim notaram um aumento de 74% no número de espermatozoides. Isso se explica porque: o ácido fólico é uma vitamina do complexo B, fundamental para a multiplicação celular, incluindo os espermatozoides; e o zinco, um mineral que atua na síntese de DNA, a molécula responsável pela transmissão dos caracteres hereditários e que também auxilia na absorção de folato pelo organismo.

Contudo a pesquisa holandesa não constatou a qualidade dos espermatozoides, e isso é um dado importante quando o assunto é a infertilidade. Qualidade e quantidade são indissociáveis e, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), um homem deve apresentar um mínimo de 20 milhões de espermatozoides por mililitro de sêmen.

Em relação a seus antepassados, os homens de hoje produzem menos espermatozoides e de pior qualidade; e isso se deve às circunstâncias da vida moderna (alimentação, stress, maior exposição a substâncias tóxicas).

Outros fatores podem contribuir para a quantidade e a qualidade dos espermatozoides, como, por exemplo: obesidade, varicocele (varizes na região escrotal), tabagismo, anabolizantes.
Fontes alimentares:

Ácido Fólico ou Folato: verduras verde-escuras – agrião, couve, espinafre, brócolis, carnes vermelhas, cereais integrais, feijões.
Zinco: ovo, carne, pinhão, amendoim, amêndoa, semente de girassol, os frutos do mar em geral, principalmente, as ostras. Deve-se ter cuidado quanto à higiene e à procedência da ostra, pois é um alimento com alto índice de intoxicação alimentar.



 Escrito por Rê às 04h31
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Infertilidade feminina pode ser 'intratável'

Fonte: G1

Mulheres que privilegiam a carreira mas também não querem abrir mão dos filhos, cuidado: não dá para enganar a natureza. Uma análise exaustiva do funcionamento da fertilidade feminina sugere que é extremamente difícil, se não impossível, melhorá-la depois que a mulher chegou a um período crítico que antecede a menopausa em cerca de dez anos. Quem deixar esse período passar provavelmente só vai conseguir se tornar mãe por milagre.

Trata-se de uma barreira em grande parte genética, que a indústria farmacêutica e as clínicas de fertilização in vitro não têm conseguido romper -- nem conseguirão. O veredicto sombrio é do pesquisador britânico Peter Lees Pearson, do Departamento de Genética e Evolução da USP. O único jeito de contornar o problema é descobrir quais mulheres têm predisposição para infertilidade precoce e aconselhá-las, diz ele. "As que querem ser mães e têm envelhecimento ovariano precoce precisam engravidar antes dessa janela da menopausa. As outras podem esperar mais, colocar a carreira em primeiro lugar e virar presidentes da empresa", brincou ele.

Pearson apresentou esse quadro não muito animador dos fatores que influenciam a fertilidade feminina durante o 53° Congresso Brasileiro de Genética, que começou no domingo (2) e vai até quarta-feira em Águas de Lindóia (SP). O pesquisador britânico conta que, por um lado, a boa notícia é que a infertilidade feminina é menos complicada de estudar que a masculina.



 Escrito por Rê às 03h47
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  Mais simples?

"Ela é menos heterogênea e há menos genes envolvidos nela", diz Pearson. "A má notícia é que ela é poligênica" -- ou seja, é gerada pela interação de vários genes diferentes atuando em conjunto, o que dificulta muito apontar um único culpado no DNA ou manipulá-lo para tentar consertar a situação.
Mesmo assim, todos esses genes aparecem afetar uma única variável: a taxa de envelhecimento dos óvulos. Não é difícil entender por que esse é o nó da questão. É que todos os óvulos que a mulher liberará ao longo da vida já estão praticamente prontos quando ela ainda é um feto na barriga de sua mãe. Na mulher adulta, faltam apenas ajustes na meiose (a produção das células sexuais, que possuem um só conjunto de material genético, em vez de dois, como as outras células). Com o passar dos anos, é inevitável que essas células sofram desgaste genético.

E é exatamente isso o que acontece, afirma o pesquisador britânico. Até as mulheres com 20 e poucos anos, no auge de sua capacidade reprodutiva, na verdade chegam a perder 50% dos óvulos que são efetivamente fecundados. A fertilidade em geral começa a declinar por volta dos 30 anos e, perto da menopausa, simplesmente todos os óvulos que chegam a ser fecundados acabam ficando inviáveis. A principal causa são erros na meiose, que acabam conduzindo a embriões com número errado de cromossomos (as estruturas enoveladas que abrigam o DNA).

Para complicar a situação, não há maneiras confiáveis de medir a fertilidade ao longo da vida da mulher. As únicas marcas objetivas são a primeira menstruação, na puberdade, e a menopausa. A queda dos níveis de hormônios, que acompanharia o fim da vida fértil, na verdade vem depois do término da fertilidade, diz o pesquisador britânico.



 Escrito por Rê às 03h46
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 A marca dos dez anos

Por isso, ele e seus colegas se concentraram na análise de grandes médias populacionais, para ver o que elas revelavam sobre a vida fértil das mulheres. Dados detalhados do século 20 na Holanda, e dos séculos 19 e 20 na provínca de Quebec, no Canadá, mostram que a fertilidade decai vertiginosamente, praticamente se extinguindo, cerca de dez anos antes da menopausa. Pearson diz acreditar que, entre as mulheres que deixam de ser férteis muito cedo, a menopausa também chega antes da média. Dados de famílias com problemas de fertilidade em São Paulo obtidos por ele sugerem que esse pode ser mesmo o caso, embora precisem de mais confirmação estatística.

Para ele, não se pode chamar a grande maioria dos casos de infertilidade feminina de doença. "Na verdade, é um traço genético que passou a ser considerado uma doença por causa de uma mudança nos nossos hábitos sociais", afirma ele. A mudança é, claro, a escolha de adiar a concepção dos filhos para mais tarde na vida, comum nas sociedades modernas. Ele diz acreditar que a biologia humana normal é mesmo pouco eficiente na produção de bebês, "talvez pelo fato de termos décadas de vida reprodutiva, ao contrário de outros mamíferos. Mas não tenho como provar essa hipótese".

Por isso, Pearson diz que o esforço agora deve se concentrar na busca por fatores genéticos que ajudem a predizer quais futuras mães terão menopausas precoces. Ele não acredita em tratamentos que mudem esse traço genético. "Já gastaram uma quantidade incrível de dinheiro com isso, e não deu em nada." Um dos únicos fatores de estilo de vida que podem influenciar a fertilidade, segundo ele, é o cigarro, que tende a tornar as mulheres inférteis.



 Escrito por Rê às 03h45
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Achei interessante.

 

Própolis contra infertilidade e herpes genital
Uma pesquisa duplo-cega mostrou que a própolis (resina produzida pelas abelhas) constituí um tratamento eficaz contra a infertilidade associada com endometriose benigna. (
Ali AFM, Awadallah A. Fertli Steril 2003; 80 (suppl 3): S32)

http://www.taps.org.br/Paginas/tercaseira01.html



 Escrito por Rê às 02h55
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Achei esta notícia animadora, mais uma técnica disponível.

Mulher dá à luz depois de receber ovário inteiro

Paciente, que não queria engravidar, foi a primeira a receber órgão inteiro.

Da BBC

Uma mulher de 39 anos deu à luz uma menina em Londres depois ter sido a primeira paciente a receber um ovário inteiro em um transplante.


O bebê, pesando 3,6 kg, é filha de uma alemã casada com um britânico e que havia ficado estéril aos 15 anos.


Anteriormente, outras mulheres haviam tido filhos depois de receber partes menores do tecido ovariano.


A mulher conseguiu engravidar naturalmente depois de receber o ovário de sua irmã gêmea.


Há relatos de que ela não tinha planos de engravidar. O transplante foi feito com a esperança de que pudesse aliviar os sintomas de uma menopausa adiantada e restaurasse a sua menstruação.


O cirurgião Sherman Silber, que realizou o transplante no Centro de Infertilidade de St Louis, no Missouri, anunciou o fato durante uma conferência da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva em San Francisco.


 

  Rejeição

O ovário foi implantado com um risco mínimo de rejeição pela paciente, usando técnicas microcirúrgicas para atar o órgão à corrente sangüínea e mantê-lo ao lado das trompas para que os óvulos pudessem seguir em direção ao útero.


Segundo Silber, o transplante de um ovário inteiro tem mais chances de durar por mais tempo do que o transplante de tecido ovariano e pode permitir que o ovário de uma mulher seja retirado e colocado de volta depois de um longo período armazenado.


Isso poderia fazer com que mulheres que estão adiando a gravidez devido à carreira ou outras razões tenham mais chances de ter um bebê mais tarde.


A Sociedade Britânica de Fertilidade apóia o uso do procedimento para preservar a fertilidade antes de um tratamento de câncer, em vez de ser usado para estender a fertilidade.


O porta-voz do órgão, Laurence Shaw, disse que "para retardar a gravidez, existem outras técnicas, como o congelamento de óvulos, que seriam mais apropriadas".


"Eu imagino que o congelamento de um ovário em longo prazo causaria tantos dados como a deterioração devido à idade", afirmou.



 Escrito por Rê às 04h13
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Bebês de embriões congelados são mais saudáveis

Pesquisas indicam que método gera menos bebês prematuros.
Médico alerta sobre a eficácia do processo.

Da BBC

Três pesquisas sugerem que bebês que nasceram de embriões que foram congelados são mais saudáveis do que os demais.
Os estudos, que foram apresentados em uma conferência americana sobre fertilidade em São Francisco, indicam que os embriões congelados tinham menos probabilidade de nascerem prematuros e abaixo do peso.

Pesquisas anteriores já haviam afirmado que apenas os mais fortes, que sobrevivem ao congelamento, são mais saudáveis.

Um dos estudos, realizado na Finlândia, afirma que bebês que nasceram de embriões não-congelados têm 35% mais chance de serem prematuros e 64% de terem um peso corporal menor, em comparação com embriões congelados.

Segundo outra pesquisa, da Universidade da Pensylvânia, na Filadélfia, os bebês nascidos de embriões não-congelados tinham 15% mais chance de morrer no nascimento, em relação aos embriões congelados.

Um terceiro estudo, do Royal Women's Hospital de Melbourne, na Austrália, chegou a conclusões semelhantes.

Para os cientistas australianos, as descobertas podem levar as mulheres a preferirem o uso de embriões congelados no futuro.

No entanto, para o médico britânico Allan Pacey, da Universidade de Sheffield, a conclusão não é tão simples.

"Transferências de embriões congelados não são tão bem-sucedidas quanto as demais em termos de gravidez. Então, talvez seja preciso pesar a saúde da criança contra as chances de sucesso", disse.

"Mas trata-se de uma pesquisa intrigante, que vai contra o que nós geralmente pensamos”.


 Escrito por Rê às 04h08
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Ola,

Sou nova aqui no blog, esse é o meu primeiro contato com vcs. Ja entrei outras vezes mas somente para leitura.

Gostaria de flar um pouco de mim:

Sou casada há 9 anos e a 7 anos estou tentando realizar o sonho de ser mãe. Para mim é a mairo graça que uma mulher pode alcançar!! Ja fiz vários tratamentos  e não obtive sucessos. Também troquei de médico várias vezes e todas as vezes que saio do consultorio fico triste e decepcionada comigo mesmo.

È bom poder compartilhar com outras mulheres e casais que passam pela mesma angustia e sofrimento que a gente, essa troca de infiormações, desabafos  e mensagens de vitoria e conquista de algumas que ja li, nos conforta.... Cada vez que leio as mensagens me emociono!!! mas fico feliz pela conquista do proximo, pois me ponho no lugar de cada uma que aqui nesse blog se expressa.

Hoje estou na fila do Perola Bygton........sei que ha uma espera grande !!!! Mas sei que para Deus nada é impossivel  e sou uma pessoa de muita fé .... por favor me escrevam...

 

 

Um abraço

Edi,

 



 Escrito por Edvania às 12h56
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Vídeo...

Olá,

recebi esse link de um vídeo no youtube : http://br.youtube.com/watch?v=LIsGTK__Qvw

e estou compartilhando com vcs.

Diz tudo que muitas vezes está em nosso intimo e não conseguimos expressar...

 Deus te abençoe!!

Bjos, Lu



 Escrito por Luciana às 14h35
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Frase

Um grande sonho, em combinação com determinação, confiança, persistência e fé consistente pode fazer com que a vida se transforme na mais maravilhosa aventura a ser vivida. John Collins

 

Boa semana para todas!!



 Escrito por Luciana às 17h47
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Recebi esse e-mail e estou repassando para vocês.

"Vendo 2 Puregon 300 UI (lacrados) e também uma sobra de 150 UI. Gostaria muito de doar mas, vou precisar do dinheiro para pagar o tratamento da minha esposa. Vou vender bem mais em conta, o produto esta válido até fevereiro de 2010, está lacadro e bem refrigerado. Para quem comprar o Puregon vou doar o Lupron. Se alguém se interessar por favor entrar em contato no e-mail wanderley.raya@bol.com.br ou telefone (11) 9131-9078."

Boa sorte a todos.



 Escrito por Rê às 04h52
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